Finito? Inagito. Não cito.
Além do horizonte que abrange onde habito
E toda luz que emitiu quando isto lhe foi dito
Faz com que nosso amor seja mais que infinito.
The love myth, o mito do amor.
O que faz um romântico que acha o amor ridículo?
Ama por ser sua razão, seu destino e seu propósito.
terça-feira, 23 de julho de 2013
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
Constelação Utopia
As estrelas, o luar
Paraíso que tenta encontrar
No meu peito, a descansar
Amor que tenta conquistar
E se qualqueres um dia me perguntar
Algo em mim para que possa se orgulhar
Feliz direi, sem hesitar
O incrível fato de fazer-te a mim amar
domingo, 28 de outubro de 2012
Resistência queimada
E do chuveiro já não saem mais gotas normais
Saem gotas com gosto de sal
Saem gotas com gosto de rosto
Saem gotas tristes, sem esforço
Saem lágrimas
Que escorrem pelo meu rosto
Saem gotas com gosto de sal
Saem gotas com gosto de rosto
Saem gotas tristes, sem esforço
Saem lágrimas
Que escorrem pelo meu rosto
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Nadando Tudo
Nada, tudo.
Mostrando a magia da palavra
Representam a falta de algo
E essa falta assim é dada:
O nada é a falta do tudo
E o tudo é a falta do nada.
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Flagelo
Pela janela vejo o que posso ver
Pela janela sei do que quero saber
Mas apenas atrás dela posso permanecer
Pela prisão perpétua do meu ser
Pelos meus atos fui condenado
A viver só, angustiado
Sendo eternamente torturado
Por não poder viver ao seu lado
A saudade vem, vai embora
Sempre à postular por misericórdia
E esse arquétipo de tortura, punição
Se torna flagelo do meu coração
Pelo conluio hipócrita fui julgado
Vossa blasfêmia aceita, meus argumentos ignorados
E atrás da janela tenho que permanecer
Com um único prazer, pensar em você.
Pela janela sei do que quero saber
Mas apenas atrás dela posso permanecer
Pela prisão perpétua do meu ser
Pelos meus atos fui condenado
A viver só, angustiado
Sendo eternamente torturado
Por não poder viver ao seu lado
A saudade vem, vai embora
Sempre à postular por misericórdia
E esse arquétipo de tortura, punição
Se torna flagelo do meu coração
Pelo conluio hipócrita fui julgado
Vossa blasfêmia aceita, meus argumentos ignorados
E atrás da janela tenho que permanecer
Com um único prazer, pensar em você.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Pretérito perfeito
Caminhava sozinho, te avistei
Feliz, em sua direção continuei.
Ao te tocar, me desanimei
Você não acreditou que eu mudei.
Virei, voltei
Lembrando como tanto te amei.
Quando menos esperava, ao meu alcance te encontrei
E com o toque de seus lábios, meu sonho realizei.
Feliz, em sua direção continuei.
Ao te tocar, me desanimei
Você não acreditou que eu mudei.
Virei, voltei
Lembrando como tanto te amei.
Quando menos esperava, ao meu alcance te encontrei
E com o toque de seus lábios, meu sonho realizei.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Velho amigo
Estava caminhando quando o vi. Fui até lá para vê-lo melhor e, sim eu estava certo. Assim que nos re-encontramos, comecei a lhe contar como eu estive nesses últimos anos em que não nos vimos.
Nos comunicávamos pelo tato, pois ele era surdo. Não era mudo, ao contrário, tinha uma voz muito bela, que encantava até os reis, capaz de dar capacidade a quem não escuta, capaz de dar motivação a quem está sem motivos.
Então, começamos a cantar em uma harmonia que nunca imaginei, já que não nos víamos a muito tempo.
Assim, a multidão já estava à nossa volta. Estavam encantados, não era para menos, estávamos fazendo mágica com aquelas pessoas. Era tão bonito como nos entrosávamos.
Estávamos orgulhosos e resolvemos nos encontrar mais vezes. Voltamos até a loja onde havíamos nos encontrado. Mostramos nosso talento ao vendedor, que por sua vez também ficou encantado. Nos aplaudiu e elogiou-nos durante vários minutos. Nos pediu para tocarmos de novo, novas melodias saíram dos meus dedos que estavam apoiados no braço do meu parceiro. Paguei ao vendedor da loja, mas ele recusou. Fomos para casa e deixei o meu amigo o mais confortável possível, para depois, tocarmos mais. Meu velho amigo, o violão.
Nos comunicávamos pelo tato, pois ele era surdo. Não era mudo, ao contrário, tinha uma voz muito bela, que encantava até os reis, capaz de dar capacidade a quem não escuta, capaz de dar motivação a quem está sem motivos.
Então, começamos a cantar em uma harmonia que nunca imaginei, já que não nos víamos a muito tempo.
Assim, a multidão já estava à nossa volta. Estavam encantados, não era para menos, estávamos fazendo mágica com aquelas pessoas. Era tão bonito como nos entrosávamos.
Estávamos orgulhosos e resolvemos nos encontrar mais vezes. Voltamos até a loja onde havíamos nos encontrado. Mostramos nosso talento ao vendedor, que por sua vez também ficou encantado. Nos aplaudiu e elogiou-nos durante vários minutos. Nos pediu para tocarmos de novo, novas melodias saíram dos meus dedos que estavam apoiados no braço do meu parceiro. Paguei ao vendedor da loja, mas ele recusou. Fomos para casa e deixei o meu amigo o mais confortável possível, para depois, tocarmos mais. Meu velho amigo, o violão.
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